A NOVA IDENTIDADE COM CHIP
Laryssa Borges
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, lançaram nesta quinta-feira o novo documento de identidade - o registro de identidade civil (RIC) -, que passa a ter validade de 20 anos a partir da data de expedição e um chip para o armazenamento de todas as informações pessoais do cidadão.
Com a nova identidade, cada cidadão passa a ser identificado por apenas um número em nível nacional, com a impressão digital armazenada em um chip instalado no documento. Nele conterá, além da fotografia 3x4, números de outros documentos e dados pessoais, como altura e cor dos olhos e, se o portador desejar, alergias, tipo sanguíneo ou desejo de ser doador de órgãos. Não há custo para o cidadão na troca do atual documento de identidade pelo RIC.
De acordo com o governo, a impressão digital no chip evita confusões
provocadas por homônimos e minimiza o risco de uma pessoa se passar por
outra tanto para cometer crimes quanto para solicitar crédito, por
exemplo.
O RIC também vem acompanhado de um certificado digital, uma espécie de carteira de identidade virtual, com assinatura digital do portador, que permite transações sem a presença obrigatória do interessado, como solicitação de crédito e informações a serem prestadas ao governo.
O registro de identidade civil ainda não está disponível em todo o Brasil. Ao longo de 2011, serão produzidas 2 milhões de novas identidades em um primeiro momento nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) para cidadãos selecionados pelos institutos de identificação estaduais e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estimativa do governo é que em 10 anos todos os cidadãos brasileiros já tenham substituído o atual RG pela RIC. Enquanto a substituição não estiver completa, o RG também é válido como documento de identificação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, lançaram nesta quinta-feira o novo documento de identidade - o registro de identidade civil (RIC) -, que passa a ter validade de 20 anos a partir da data de expedição e um chip para o armazenamento de todas as informações pessoais do cidadão.
Com a nova identidade, cada cidadão passa a ser identificado por apenas um número em nível nacional, com a impressão digital armazenada em um chip instalado no documento. Nele conterá, além da fotografia 3x4, números de outros documentos e dados pessoais, como altura e cor dos olhos e, se o portador desejar, alergias, tipo sanguíneo ou desejo de ser doador de órgãos. Não há custo para o cidadão na troca do atual documento de identidade pelo RIC.
De acordo com o governo, a impressão digital no chip evita confusões
provocadas por homônimos e minimiza o risco de uma pessoa se passar por
outra tanto para cometer crimes quanto para solicitar crédito, por
exemplo.O RIC também vem acompanhado de um certificado digital, uma espécie de carteira de identidade virtual, com assinatura digital do portador, que permite transações sem a presença obrigatória do interessado, como solicitação de crédito e informações a serem prestadas ao governo.
O registro de identidade civil ainda não está disponível em todo o Brasil. Ao longo de 2011, serão produzidas 2 milhões de novas identidades em um primeiro momento nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) para cidadãos selecionados pelos institutos de identificação estaduais e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estimativa do governo é que em 10 anos todos os cidadãos brasileiros já tenham substituído o atual RG pela RIC. Enquanto a substituição não estiver completa, o RG também é válido como documento de identificação.

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